Hot-Interviews: Girls of War!

By: Sobra’Z with Girls of War

interviews

Estreamos hoje a nova categoria do blog… As Hot-Interviews (Entrevistas quentinhas) com a participação MUITO especial das Girls of War! Elas que são, e atrevo-me a dizer, as “girl gamer’s” mais mediáticas do Brasil e arredores(sim, porque os arredores do Brasil são o Oceano Atlântico e Amazonas..)! E eu, leitor muito assíduo do blog, consegui uma entrevista com elas! Confira a entrevista abaixo:

Nome: Bruna Torres, "A Loiraça"; Especialidade: Aconselhamento sexual.

Nome: Bruna Torres, "A Loiraça"; Especialidade: Aconselhamento sexual.

Sobra’Z: Quando, como e porque foi criado as Girls of War?

Carla Rodrigues: O Girls of War foi criado para dar um toque mais feminino na blogosfera brasileira que é predominantemente masculina. Eu tive a ideia quando comecei a trabalhar na EGM Brasil e conheci a Bruna, que já era redactora na revista. Aí nos reunimos para pensar em um nome e o resto é história.

Bruna Torres: O Girls of War foi criado em junho de 2008, quando a Carla Rodrigues me adicionou no MSN e começou a trocar ideias sobre um blog feito somente por meninas! Pesquisamos nomes para blog, e tivemos ajuda de vários amigos, até que um nos deu a luz quanto ao nome. Ele foi criado porque nós duas já escrevíamos sobre games, mas em revistas (EGM Brasil e Nintendo World) e nos nossos antigos blogs, então, decidimos juntar nossas forças.

Vivi Werneck: O Girls of War foi criado no ano passado pela Carla que depois chamou a Bruna, as duas se conheceram em uma revista de games aqui do Brasil. A intenção do blog foi justamente mostrar que as mulheres também entendem de games, às vezes até mais do que certos homens que pensam que entendem alguma coisa só para ficar tirando onda com a nossa cara! Bom, depois de um tempinho apareceu a Clarice, depois eu e, recentemente a Rebeca veio completar o quinteto insano!

Sobra’Z: Como vocês acham que 4(que agora são 5) garotas gamers conseguiram tanto destaque na tão vasta internet? Foi sorte, habilidade ou foi por ser um blog constituido só por meninas?

Vivi Werneck: Acho que foi um pouco de sorte também, mas de nada adiantaria a sorte se a gente não se esforçasse tanto para levar sempre informações gamers de alta qualidade para os leitores. É claro que o fato do blog só ter meninas chama sim atenção, mas se o conteúdo postado não fosse relevante de nada adiantaria. Seríamos apenas “mais do mesmo”. Por isso procuramos buscar algumas exclusividades no blog como: entrevistas, crônicas, old school, curiosidades além, é claro, dos últimos lançamentos do mundo games.

Rebeca Gliosci: Acho que, em primeiro lugar, há o fato de mulheres escrevendo sobre games ainda ser algo inusitado, que gera uma curiosidade natural, principalmente do público masculino (do tipo “vamos ver se essa mulherada entende mesmo”). Muitas pessoas entram no blog para matar essa curiosidade, mas acabam se surpreendendo ao ver o quanto levamos a sério, tentando fazer um trabalho inteligente e bem humorado, da melhor maneira possível. Aí soma-se um pouquinho de sorte, mais o jeito de acolhermos os leitores como amigos, que faz o pessoal sentir vontade de visitar outras vezes e chamar mais gente. Pelo menos foi assim que aconteceu comigo, quando eu ainda era leitora!

Carla Rodrigues: O fato de ser um blog feito só por meninas é uma faca de dois gumes. A gente chama atenção por sermos garotas gamers que manjam do assunto e também porque tem as pessoas que gostam de vir criticar (apesar de que são raros hoje em dia).

Mas se as meninas não se esforçassem ou não colocassem conteúdo criativo, divertido e diferente no blog, ele seria “apenas mais um” e não chamaria a atenção. Elas não dão Ctrl C + Ctrl V em notícias e pronto. Todos os textos possuem o toque de cada uma, a opinião, elas criam colunas, histórias, agora fazemos podcasts também. Enfim, com certeza batalhamos e nos esforçamos muito para ter o nosso espacinho na internet.

Bruna Torres: Então, acho que não foi somente sorte, mas sim porque somos garotas que entendem mesmo do que falam! Não simplesmente lêem um texto e fazem uma paráfrase dele. Nós jogamos, nos divertimos, e isso que nos diferencia. Apesar de ainda rolar um certo preconceito,  muitos quando entram no blog, se surpreendem quando vêem que realmente a gente entende do assunto. Tentamos sempre informar os leitores, de uma maneira descontraída e séria ao mesmo tempo, e procuramos tem uma boa relação com nossos leitores.

Clarice dos Santos: Ah, o que nos destaca mesmo é o “elenco” do blog e a paixão que temos pelo assunto, pelo fato de todas nós termos crescido no meio. Gamer Girls são raridade, acaba chamando mais atenção mesmo. E o Girls of War é no nosso neném: temos um carinho imenso por ele e procuramos sempre deixá-lo bem feito. ^^

Nome: Carla Rodrigues, a "Rockeira"; Especialidade: Não para de rir mesmo tocando Guitarra!

Nome: Carla Rodrigues, a "Rockeira"; Especialidade: Não para de rir mesmo tocando Guitarra!

Sobra’Z: Como é ser uma “Gamer Girl”? Quais são as vantagens/desvantagens? São alvo de machismo/preconceito ou criticas? Se sim, como lidam com isso?

Clarice dos Santos: Ser uma gamer girl é legal por sermos diferenciadas da maioria: por mais que vejamos um monte de gamers na internet, mas ao vivo muitos não falam que são, não sei se têm vergonha ou algo parecido. As vantagens/desvantagens de ser uma gamer girl se dá pelo tratamento que recebemos em lojas de games: algumas pessoas nos tratam com um carinho extra, outras já te esnobam, achando que você não sabe nada. De vez em quando somos vítimas de preconceito no estilo: “vá lavar louça, pilotar fogão” e essas coisas, mas estamos aprendendo a ignorar isso.

Bruna Torres: Essa pergunta soa um pouco estranha para mim, já que desde que me lembre, sempre joguei, então acho normal! Fico me perguntando “Como é não ser uma gamer girl” (risos)! Deve ser um saco. Brincadeiras à parte. Às vezes temos vantagens de conversar mais facilmente com homens, ainda mais sobre assuntos que gostam. Mas nem sei se isso se chama vantagem (risos)! Acho totalmente normal! Quanto a preconceito e crítica, sempre existiu, mas hoje está num nível mais baixo. Diversas vezes recebemos no blog comentários ofensivos, mas a gente nem liga, pois são tantos elogios que também recebemos que a crítica é esquecida.

Carla Rodrigues: Sempre tem um pouco de preconceito mas nada que me desanime. Eu adoro videogames desde pequena, não é um comentário ou a opinião de alguém que vai me afastar dos meus queridos jogos. A gente lida muito com críticas. A maioria das vezes passamos por cima, ignoramos e pronto, voltamos a escrever sem nem lembrar que tinha alguém pegando no nosso pé.

Rebeca Glioci: Confesso que não reflicto muito sobre “como é ser uma gamer girl”. Ser uma garota que joga videogame sempre foi natural para mim e nunca tive vergonha em demonstrar minha paixão pelos games, pois não ligo para o que os outros pensam. Talvez por sorte, também nunca cheguei a sofrer machismo e preconceito declarados ou críticas severas, foram mais reacções de surpresa ou espanto. E em casa nunca fui reprimida. Então, para mim, não é tão difícil lidar.

Vivi Werneck: É maravilhoso ser uma menina que gosta de games! Até porque esta é a minha principal forma de lazer (mas também tenho outras como artes marciais e vôlei). Pessoalmente, nenhum homem teve a coragem de dizer que eu não sabia jogar até porque sempre provei o contrário. O que acontece, às vezes, são alguns engraçadinhos com problemas de personalidade e baixa autoestima que entram na internet, aproveitando do anonimato que este meio proporciona, para ficar xingando a gente. Mas nem ligo sabe? Sei muito bem que sou ótima no que me predisponho a fazer e só consigo sentir uma coisa em relação aos preconceituosos: pena.

Sobra’Z: “Games + Relacionamentos = ?” Como vocês lidam com a combinação das duas?

Bruna Torres: Para mim sempre ajudou! Meu namorado gosta de games também. Além disso, jogo com meus amigos, seja online ou na casa de alguém, e tudo dá certo!

Vivi: Werneck: Nunca tive problemas em conciliar minha vida gamer com minha vida social. Até porque grande parte dos meus amigos também jogam video game. Em relação ao namorado… Bem… Ele é game producer! Bom, acho que não preciso falar mais nada, né? (risos)

Carla Rodrigues: Os games não atrapalham em nada minha vida social, até melhora pra ser sincera. Estou sempre jogando com meus amigos (nem que seja online). Minha família passa muito mais tempo comigo agora que adquirimos um Wii e por aí vai.

Clarice dos Santos: O meu namorado é gamer que nem eu. No dia dos namorados, aniversário de namoro, aniversários e natal nos damos “presentes de grego”, que os dois irão aproveitar(risos). Ainda bem que nosso gosto nunca atrapalhou o relacionamento, pelo contrário, só melhorou!

Rebeca Gliosci: No meu caso é tranquilo. Como não sou uma viciada que dá mais importância ao videogame que à vida pessoal, consigo combinar bem as duas coisas. xD

Nome: Clarice dos Santos, a "Old School"; Especialida: Morder pescoços enquanto detona Castlevania.

Nome: Clarice dos Santos, a "Old School"; Especialidade: Morder pescoços enquanto detona Castlevania.

Sobra’Z: Qual foi o(s) jogo(s) que vos levaram a seguir esta vida “Gameristica”?

Rebeca Gliosci: Bom, não teve um jogo específico que atiçou em mim as chamas da paixão “gamerística”! (risos)
Eu simplesmente me apaixonei pelo conceito do videogame em si. Ainda me lembro de, quando criança, ficar encantada com o aparelho que me permitia não apenas visualizar e acompanhar uma história, mas interagir com ela. E eu sempre gostei de tecnologia e arte, os games unem as duas coisas.

Carla Rodrigues: Eu lembro exatamente qual foi o jogo que me atraiu para o “lado negro da força” (gargalhada à Dark Vader). Mr. Postman no Atari. Eu nem sabia falar direito, muito menos entender 100% o que estava acontecendo no jogo, mas mesmo assim eu jogava (risos). Meus pais economizaram o dinheiro da babá porque era só ligar o Atari que eu ficava quietinha lá jogando (mais risos)

Clarice dos Santos: Penguin Adventure do MSX, Pitfall e pra arregaçar com tudo, Super Castlevania IV. Aí “era uma vez” uma Clarice não-gamer. Claro que o meu irmão mais velho me influenciou e muito, já que ele sempre arranjava um jeito de arranjar um console novo e aproveitei todos!

Vivi Werneck: Aaahhh… Momento nostalgia… Comecei minha vida gamer há alguns milênios atrás, mais ou menos na Dragon Age (sou um ser épico e não envelheço! hehehe). Tudo começou quando ganhei um Atari do pai! Foi amor à primeira jogada! Passavas horas jogando Enduro e Frosbite! Alguns séculos depois ganhei um Mega Drive, depois um Master System e por fim um Super Nintendo! Amo o Sonic de paixão (e odeio o Tails até a morte!). Hoje em dia sou viciada em RPG e meu games favoritos são: The Elder Scrolls IV – Oblivion, Fallout 3, Neverwinter Nights, Prince of Persia (os 3) e Max Payne (os 2).

Bruna Torres: Se não me engano foi o Sonic The Hedgehog e os Donkey Kongs.

Sobra’Z: Os Games, hoje em dia, são só mais uma forma de entretenimento ou fazem já parte da cultura?

Vivi Werneck: Antigamente acredito que os games eram vistos apenas como forma de entretenimento, ms hoje em dia isso já mudou! Inclusive alguns games já estão sendo usados como forma de inclusão digital e até mesmo na educação!

Bruna Torres: Os games já deixaram de ser somente entretenimento há algum tempo! Para uns ainda pode ser, mas a maioria já enxerga-os como parte da cultura. São diversos os jogos que mostram os costumes de outros países, e isso já faz a diferença. Como o Capoeira Legends agora, jogo brasileiro que mostra o Brasil, especificamente o Rio de Janeiro, na época que começou a capoeira.

Rebeca Gliosci: Com certeza já fazem parte da cultura. Antigamente os videogames eram vistos como “brinquedo” e os adultos que gostavam sofriam um preconceito maior. Apesar de ainda existir bastante preconceito, hoje em dia a mentalidade geral está ficando mais aberta, principalmente com o advento dos chamados “games casuais”. As famílias estão aprendendo que é divertido se juntar para jogar, isso por causa de títulos como Wii Sports, por exemplo. As pessoas estão começando a reconhecer que videogame é tão arte quanto cinema e a perceber os benefícios dos jogos eletrônicos (estímulo das atividades cerebrais, ajuda no aprendizado da língua inglesa, função educacional que muitos games tem, etc).

Clarice dos Santos: Antigamente era forma de entretenimento por ser novidade e pelo número de arcades (ou fliperamas) ser muito grande. Você estava entediado em casa, ia pra um barzinho com um arcade ou num lugar só disso. Desde que os consoles caseiros foram surgindo e crescendo junto com seus jogadores, já podemos dizer que é da cultura. Como citei na questão anterior: meu irmão me acostumou a jogar videogame desde pequena, e quando eu tiver filhos também ensinarei desde pequenos – claro, se ele quiserem –  porque é algo que cresceu comigo, como se fosse um costume de família.

Carla Rodrigues: Acho que é uma mistura dos dois. Muita gente joga casualmente como forma de entretenimento mas ele obviamente faz parte da cultura actual. Hoje em dia vemos propagandas em jogos, novas músicas e álbuns de artistas são lançados em jogos, é possível assistir filmes e comprar diversos tipos de conteúdo através do videogame.

Nome: Rebeca Gliosci, o "programa de computação"; Especialidade: Dar entrevistas com perucas cor de Rosa

Nome: Rebeca Gliosci, o "programa de computação"; Especialidade: Dar entrevistas com perucas cor de Rosa

Sobra’Z: Como é a vossa vida em geral? Passam mais tempo com a Familia e amigos, com os games, no trabalho ou fazem tudo ao mesmo tempo?

Rebeca Gliosci: Ultimamente minha vida anda bem atarefada, com faculdade e trabalho ao mesmo tempo. Durante a semana é uma correria, passo quase o dia todo por conta dessas atividades. Coisas como aproveitar a família, namorar e sair com os amigos, ficam mais para os fins de semana. Mas infelizmente acaba faltando tempo para os games! Quase não tenho jogado… meu Resident Evil 5 está aqui largado na estante desde que comprei e acho que só vou poder jogá-lo direito nas férias. T_T

Vivi Werneck: Na verdade eu faço tudo ao mesmo tempo! Quando não estou no trabalho, ou estou com o meu namorado, ou com meus amigos nos bares da vida ou em casa com minha família e jogando no computador! hehehe…

Bruna Torres: Atualmente, passo mais tempo trabalhando e estudando do que jogando! Agora nos finais de semana detono (risos)! Antigamente eu jogava bem mais do que hoje, mas nunca deixo de jogar, nem que seja uma hora por dia. Às vezes jogo indo pro trabalho, para aproveitar o tempo (Gargalhada)! Ainda bem que existem os portáteis.

Clarice dos Santos: Bom, como meu trabalho é em casa mesmo, fico no meu computador escrevendo e de vez em quando vou atormentar meus pais e meu irmão… Isso quando eles não vêm falar comigo no meu quarto(risos). Vou à faculdade de noite e de fim-de-semana saio com os amigos e com o namorado, tanto que neste fim-de-semana tenho uma festa para ir.(gargalhada)

Carla Rodrigues: Acho que consigo equilibrar tudo (tem que dar um jeitinho, né).

Sobra’Z: O que vocês acham do nosso Blog(Se falarem mal não posto a noticia)?

Vivi Werneck: Acho que o blog em pouco tempo já cresceu muito e o conteúdo está cada vez melhor, sempre buscando novidades e o que está acontecendo de quente (ui!) na indústria gamer! Um sugestão seria investir também em textos próprios, como se fosse uma visão sua de algum fato no mundo games. Seria bem legal para os leitores conhecerem o ponto de vista dos autores!

Rebeca Gliosci: Achei bem legal o blog! Ou como vocês das terras lusas diriam, “muito fixe”! Continuem assim, buscando e postando conteúdos diversificados e interessantes.  =D

Carla Rodrigues: Achei legal!! Vocês usam o mesmo layout de wordpress que a gente (risos) 😛

Bruna Torres: Adorei o seu blog! as informações, o layout, o design, tudo! É um GoW masculinizado heheheh! Brincadeira(Sobra’Z: Brincadeira? Isso seria um enorme elogio!), mas ‘tá ótimo! =D E quero ver o filme da dupla hein (risos)!

Clarice dos Santos: O blog é muito bom, bem atualizado e com humor, o que é fundamental!! Parabéns! ^_^

Nome: Viviane Werneck, a "psycho"; Especialidade: Detonar Orcs e foquinhas branquinhas.

Nome: Viviane Werneck, a "psycho"; Especialidade: Detonar Orcs e foquinhas branquinhas.

Obrigado Girls of War! Felicidades para vocês e que continuem assim para mais milénios, ou até mesmo seculos(Já que Vivi não envelhece..)!

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23 Responses to “Hot-Interviews: Girls of War!”


  1. 1 Bruna Torres Maio 24, 2009 às 6:27 pm

    Obrigadaa Sobra’Z pelo carinho!!

    Adorei as perguntas, as respostas das outras girls e também o Game Hunter!

    =D

    Ah, e as legendas das fotos são demais hahahaha!

    Sucesso sempre pra vc!

    =********

  2. 2 Rebeca Maio 24, 2009 às 9:21 pm

    Quer dizer que eu sou o “programa de computação”, né? hauahuahauhauh xD

    E minha especialidade não é dar entrevistas com perucas cor de rosa… e sim a minha função na Irmandade, esqueceu??? Mas é melhor não espalhar! 😉 hahahahh

    Obrigada pelo carinho de sempre, Sobra’Z! Você é o nosso querido irmãozinho das terras distantes! \o/

    Sucesso pro blog!

    Bjos!!!

  3. 3 Thyago Maio 25, 2009 às 2:18 am

    eu AINDA não encontrei o rosto da Vivi nessa foto, PUTZ

  4. 6 Ryunoken Maio 25, 2009 às 3:46 am

    Parabéns aos Gamehunters e as amiguinhas do Girls of War. O primeiro pela iniciativa e as segundas pela entrevista que é reconheciimento do trabalho. Gamehunters, não deixem de conferir as Warpgirls, blog irmão (irmã?) do Warpzona que também só tem meninas!

  5. 7 Vivi Werneck Maio 25, 2009 às 10:22 pm

    Oowwww… ficou muito legal a entrevista! muitos beijinhos para você meu querido! e muito sucesso também!!!!

  6. 8 Vivi Werneck Maio 25, 2009 às 10:41 pm

    “Felicidades para vocês e que continuem assim para mais milénios, ou até mesmo seculos(Já que Vivi não envelhece..)”

    hauhauahuahauhauahuahauhaaaaaa…….. amei!!!! ^^

  7. 9 brunojuliao Maio 25, 2009 às 10:47 pm

    WTF! As meninas estão mais q arrasando MEEEEESSSSSMOOOOOOOOOOOOOOOO
    😀

    Parabéns meninas e parabéns Sobra’z
    😉

  8. 11 Jonathan Maio 25, 2009 às 11:31 pm

    Muito massa a intrevista (demorei um pouco pra ler, pausas de uns 3 minutos em cada foto… pra apreciar o momento…rs)

    Sucesso a todas!!!

    (e agora meus Favoritos tem +1 link! To adorando o GameHunter \m/)

    Vlw!

  9. 13 PH! Maio 26, 2009 às 12:48 am

    Aew Sobra´Z, parabens pela entrevista! Vi o seu blog atraves do GoW, vou acompanhá-lo esperando boas matérias (como as que vi aki!). Aproveito a oportunidade para puxar o sako das meninas elogiar novamente as GoW e seu excelente trabalho, e tb incentivar a galera do Gamehunter: sucesso no blog de vcs, q novas portas se abram aos 3 hunters nessa empreitada!

  10. 14 brenochen Maio 26, 2009 às 1:29 am

    iaew meninas
    e + e+ sucesso pra vcs

  11. 15 Fernando Cabelo Maio 26, 2009 às 5:34 am

    Incrível. 😀

    Fernando Cabelo
    Jogos80.com

  12. 16 Alice Maio 26, 2009 às 12:52 pm

    muito legal a entrevista! ficou boa mesmo!

    “Nome: Rebeca Gliosci, o “programa de computação”; Especialidade: Dar entrevistas com perucas cor de Rosa”
    ashuashuashua

  13. 17 fernando Maio 26, 2009 às 7:55 pm

    vcs são o maximo, gostei quando a carla falou da gargalhada à Dark Vader, parabens o blog é muito bom.

  14. 18 Vini Maio 26, 2009 às 8:49 pm

    Mto legal!!
    Nós do X-gamers360 gostamos e muito da entrevista.
    Muito bom trabalho Sobraz sobras

  15. 19 Helison Gomes Julho 6, 2009 às 4:17 am

    é, são bonitas mesmo!

  16. 20 Helison Gomes Julho 6, 2009 às 4:53 am

    e, passei no vestibular!!!!!!!!!!!!!!!!!


  1. 1 Primeira entrevista internacional das Girls of War! « Girls of War Trackback em Maio 25, 2009 às 10:35 pm
  2. 2 Girls of War » Arquivos » Entrevista internacional das Girls of War! Trackback em Maio 23, 2011 às 7:04 pm

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