By: Victor / Direto de: www.xgamers360.blogspot.com
Após uma grande expectativa sobre o Batman Arkham Asylum, o game finalmente é lançado e agora todos os fãs de Batman (como eu) podem morrer tranquilos, sabendo que um jogo digno do homem-morcego foi feito.
Tudo começa em Gotham City, quando o Batman está levando o Coringa à prisão de criminosos insanos Arkham Asylum. Porém dentro do asilo algo da errado, e assim a trama se desenvolve dentro do lugar mesmo, mas cuidado nada é o que parece quando Joker assume o controle.
Dos estúdios da sueca Digital Illusions (mais conhecida por DICE), autora do aclamado Batllefield: Bad Company, chega-nos um jogo original, reconhecido pela produtora como uma experiência de acção e aventura na primeira pessoa.
O seu título é Mirror’s Edge e conta-nos a história de Faith, uma runner numa cidade onde tudo é controlado e monitorizado ao pormenor, e onde apenas um pequeno grupo, os runners, se mantêm à margem da lei, entregando cartas não observadas pelo governo.
A jogabilidade é inovadora, onde nos sentimos na pele de Faith, enquanto ela executa os seus movimentos. É uma especialista do parkour, andando a saltar entre os arranha-céus da cidade. Uma maneira interessante de ajuda do jogo em encontrarmos o caminho é o facto de o caminho ser mostrado a vermelho. Isto chama-se Runner’s Vision e funcioa muito bem. O combate é bastante simples, apresentando algumas combos de desarme de armas e de combate em si, e até há algumas partes em que se pode confundir com um FPS, visto que podemos disparar ao velho estilo que todos já experimentámos. Uma característica interessante é o facto de podermos passar o jogo sem disparar ou matar alguém, embora seja muito difícil passar algumas partes sem recorrer à violência. A movimentação da personagem é também bastante fluida, com um sistema de escalada muito bem executado. No jogo, o combate e a movimentação da personagem é uma questão de timing.
Os gráficos são apelativos à vista. Existe melhor nesta geração, mas Mirror’s Edge cumpre. No entanto a cidade é quase toda igual, com os edifícios, ruas e até veículos a branco. As personagens estão mais ou menos detalhados, cumprindo os requisitos.
O modo história é muito curto, podendo ser passado em 5 ou 6 horas. A irmã da protagonista é apanhada no meio de um homicídio e é culpada pelo que aconteceu. Faith vai andar atrás do responsável, acabando por descobrir uma trama muito maior do que pensava encontrar. Para além deste modo também há o Time Trial, onde temos de acabar uma pista antes do tempo limite, tentando bater o recorde offline ou online. E também há o Speed Run, uma espécie de passagem do modo História em contra-relógio.
O online não é apelativo, resumindo-se a comparar os tempos obtidos em Time Trial entre jogadores.
Tal como nos outros jogos da EA, Mirror’s Edge prima por uma boa banda sonora, que enciaxa bem no jogo. O destaque vai para a música criada pela sueca Lisa Miskovsky, de propósito para a banda sonora do jogo. As vozes das personagens cumprem com os requisitos.
Mirror’s Edge prima pela sua originalidade. É um jogo com grandes ideias e grande potencial, que se a DICE aproveitar bem poderá criar aqui um jogo de culto. Esperemos que a sequela (?!) tenha um melhor aproveitamento destas ideias. Este jogo pode ser repetitivo para alguns, mas é algo que não quererão perder, nem que seja só pelo experimentar.
Boas Pessoal daqui é o AbSoLuTe e esta vai ser a minha primeira análise aqui no GameHunter e curiosamente esta análise vai ser sobre o meu primeiro jogo de PS3 , Resistance 2.
Este jogo é obviamente a continuação do jogo Resistance:Fall of Man que foi um dos titulos de estreia da Playstation 3 e que teve uma boa recepção por parte dos fãs do estilo FPS , tal como eu, apesar de este primeiro capitulo do Resistance possuir algumas falhas a nivel da jogabilidade apresentava gráficos muito bonitos para a epóca( ano de 2007, salvo erro ).
Resistance 2 passa-se dois anos apos os acontecimentos de Resistance:Fall of Man e o nosso caro protagonista Nathan Hale está de volta bem como os nossos queridos amigos, os Quimera( so um aviso eles são algo feios por isso recomendo a jogadores mais sensíveis a que não joguem este jogo ). Este jogo passa-se nos Estados Unidos da América ao contrário do primeiro jogo da saga que se passava na Europa.
Os quimerianos preparam um novo ataque numa escala muito superior(acreditem em mim os bichos do outerspace trazem com eles naves espaciais maiores que o World Trade Center mas com a pequena diferença que não se destroem com tanta facilidade ) para tentar outra vez aquilo que nenhuma legião extraterráquea conseguiu( pelo que sei também nunca tentaram ) aniquilar de uma vez por todas a raça humana(grande objectivo secalhar era mais fácil explodir com a terra não , pensem nisso). Inclusive até em algumas fases do jogo teremos de enfrentar criaturas cujo o tamanho e algo ridiculo por serem tão grandes e ocuparem grande parte do nosso ecrã o que pode dificultar por vezes o nosso triunfo glorioso.
Para tentar impedir que isto aconteça os humanos reuniram um grupo de soldados e injectaram neles uma substância especial( espero que não seja aquela do Resident Evil senão tamos condenados porque depois na terra é so zombies e quimeras ) para ficarem extremamente fortes e terem alguma chance de vitória contra os Quimera.
Em Relação aos Gráficos , estes melhoraram significativamente em relação ao jogo anterior, bem como a jogabilidade que como já referi acima foi um dos piores aspectos em Fall of Man, o som adequa-se perfeitamente aos cenários trazendo alguma emoção ao jogo( visto que Nathan Hale não puxa pelas emoções dos jogadores para representarem o papel do mesmo ). Em relação a pontos negativos tenho a destacar a IA que em determinados momentos faz tornar o jogo demasiado fácil(pelo facto dos quimera serem um algo “burros”, por assim dizer) como também pode complicar as coisas para o nosso lado(devido a falta de inteligência por parte dos nossos companheiros de equipa ). Por último mas não menos importante também tenho a destacar que este jogo se encontra totalmente dobrado em Português de Portugal.
Este jogo oferece também uma forte componente online que permite que até 60 jogadores estejam a jogar em simultâneo , 30 para cada equipa (Humanos e Quimera).
Se quiserem exprimentar este jogo , encontra-se disponivel uma demo na Playstation Network.
Vou ser sincero: nunca fui grande fã de Burnout. O único que joguei foi Revenge, na ps2, e não me agradou muito.
Mas este jogo adorei, especialmente devido a ser em mundo aberto. Divirto-me imenso com o jogo e decidi fazer esta review para mostrar os pontos fortes e os pontos fracos. Apontem os meus erros gramaticais e ortográficos, e dêem a vossa opinião sobre o jogo.
Saído já no início de 2008, Paradise saiu nas lojas para PS3 e Xbox 360, sendo a sua principal mudança em relação aos outros títulos o mundo aberto. Toda a cidade está aberta desde o início do jogo, e podemos fazer o que quisermos, onde quisermos. Todos os eventos estão abertos desde o início do jogo, e temos a oportunidade de desbloquear 75 carros, ao avançarmos no jogo e ao completarmos burning routes (cada carro tem uma burning route, que se completarmos ganhamos uma “edição especial” do carro). A cidade está completa de passagens secretas, rampas, cartazes e por aí fora. É uma cidade muito bem detalhada e muito bem desenhada, providenciando desde o início diversão total. Quando começamos um evento, temos a cidade aberta para irmos por onde quisermos. Podemos seguir pelo caminho que a bússola indica, podemos seguir atalhos, ou podemos ir por um caminho mais longo (não aconselhável). Um aspecto negativo é que não podemos recomeçar um evento, tendo de voltar outra vez à linha de partida.
Há vários tipos de eventos em Paradise City: há a Race, corrida normal de um ponto ao outro; a Road Rage, a minha favorita, que consiste em fazermos takedown a um certo número de carros durante um certo tempo, sem sermos “totaled” (podemos passar por uma Auto Repair para repararmos o carro a meio); a Stunt Run, em que temos de fazer truques e quebrar cartazes, fazer flat spins, entre outros para ganhar pontos, e é em contra-relógio (este evento exige conhecermos muito bem a zona circundante); a Marked Man, onde temos de chegar ao sítio apontado no mapa sem sermos “totaled” e somos perseguidos por carros pretos, fortes e rápidos; e há as já referidas Burning Routes. Para além destas, em cada rua ou avenida há 2 modos: Showtime e de contra-relógio. Em Showtime, o objectivo é causar mais dólares de prejuízo do que apresentado em cima; no contra-relógio, o objectivo é fazer um tempo mais rápido que o apresentado em cima.
O melhor disto tudo são os carros: cada um é específico para um tipo de evento, tendo por isso cada um desses tipos as suas próprias características. Por isso não pensem em fazer Stunt Run com um Carson Inferno Van ou um Marked Man com o Kitano Touge Sport. Ganham os carros como bónus por conseguirem uma determinada carta, e à medida que vão ganhando eventos vão aparecendo novos na cidade. Esta parte é divertida: perseguem o carro pela cidade e, quando conseguirem fazer-lhe um takedown, basta ir buscá-lo à Junk Yard e pegar nele.
Os gráficos são muito bons, sendo Paradise City uma cidade bela e com óptimo design, tendo os carros também um óptimo design e os acidentes são lindos. De referir que o som também está fenomenal, a dar uma grande sensação de velocidade e com músicas muito boas e muito fixes para acompanhar durante uma jogatina.
Passam o jogo ganhando novas cartas de condução, através do completar de eventos. Podem passar o jogo para terem a Carta de condução de classe Burnout (dando aí os créditos de jogo), ou podem tentar passar a 100% e ganharem a Carta de Condução Burnout Elite. Uma coisa é certa: os melhores carros vêm depois de terem a carta Burnout, por isso vale a pena.
E o modo online pode ser accionado quando quiserem com o carregar de um botão, enquanto passeiam por Paradise City.
Se este jogo é super-divertido jogado sozinho, imaginem com os amigos.
Em suma, Burnout Paradise é um jogo super-divertido, com uma cidade totalmente aberta e cheia de vida. Comprem-no e não se arrependerão.
Gráficos – 90
Jogabilidade – 85
Som – 95
Valor – 90
Pormenores – 90
Se existe um duelo de titãs nos videojogos este ano é este. Depois da E3 do ano passado estes “super-jogos” têm sido muito falados e comentados. Como se fosse de propósito foram quase lançados na mesma altura, por sorte tive a oportunidade de terminar os dois e vou deixar aqui a minha opinião sobre eles.
Devo dizer que fui jogando os dois jogos ao mesmo tempo, e quem já jogou os dois sabe o que estou a querer dizer, e os dois jogos têm algumas parecemças que assustam! Mas antes de mais gostava de explicar como vai funcionar esta Analise/Duelo, vai ser dividido em cinco partes: Grafismo & Som, História, Jogabilidade, Diversão e por fim Longevidade. Em cada ponto vou expor os pontos negativos e possitivos e no final a decisão sobre quem é o vencedor de cada “ronda”.
Grafismo & Som
Apesar de para muitos este ponto vá de caras para inFamous, isto ainda tem muito que se lhe diga. Ok, inFamous tem texturas muito melhores e Cole está muito completo e a cidade está competente para um SandBox… Mas também temos de ter em conta que Manahtan de Alex está gigantesca e Alex está bem completo e faz o seu trabalho, as cutscenes de Prototypes algumas são piores que o próprio gameplay, e outras são dignas de filme de animação(mas são muito curtas infelizmente). Este ponto vai para inFamous pela sua localização bem competente para português e as suas cutscenes lindíssimas em forma de BD animada que dão um brilho muito próprio ao jogo.
História
Mais um ponto controverso, se há algo que todos gostamos nos super herois é a história, e a história de inFamous é tudo o que se pode pedir de um super-herói(ou super-vilão) e ainda mais podendo tomar decisões que podem mudar o nosso futuro. Mas se for-mos a ver bem, Alex não é bem um super-herói… Ok, ele tem super puderes, e daí? Ele pode andar pelas ruas de Manahtan a esventrar pedestres que não lhe afeta nem um pouco. E ainda assim a história de Prototype merece respeito, pena os personagens secundários serem tão mal conseguidos… Os dead-drops são um ponto alto de inFamous mas o mesmo acontece a Prototype com a Web of Intrigue. Mas pelo seu final(e quem já jogou sabe) vou dar este ponto a inFamous.
Jogabilidade
Ambos os jogos têm uma jogabilidade excelente que à medida em que nos formos ambientando vai ficando mais facil e divertida. Quando toma-mos conta de Cole a jogabilidade faz lembrar muito um shoter em treceira pessoa mas em vez de balas temos raios de eletricidade, já em Prototype temos uma especie de Hack n’Slash com sange e pedaços de corpos a voar por todo o lado com ainda a possibilidade de jogar com armas de fogo e conduzir tanques e helicopetros e ainda a vertente de jogar como um militar, pedestre e o que conseguir-mos consumir(sem contar com os infectados). Depende muito de jogador para jogador qual a jogabilidade que mais gosta e mais se adapta a si mesmo, mas pela versatilidade que a jogabilidade de Prototype tem o ponto vai para ele.
Diversão
É sempre muito divertido controlar alguém super poderes, e estes jogos levam isso a outro nivel. É expetacular passear pelas ruas e telhados de Empire city(a cidade de inFamous), mas nas zonas mais carregadas de enimigos isso pode-se tornar uma verdadeira missão impossivel. O que se pode tornar chato algumas vezes, e se juntar-mos isso aos bugs(se bem que alguns são divertidos) constantes pode-mos ter uma diversão comprometida. Em Prototype existem sim alguns bugs, mas são menos frequentes. A jogabilidade versátil e rápida é muito divertida e aliciante, e não tem como explicar como é controlar Alex pelo chão e pelos céus, só jogando mesmo. Este é outro ponto que depende de jogador para jogador, mas penso que é mais divertido controlar Alex porque é dificil arranjar algo que segure este tanque e porque existem muitos modos de jogar Prototype. Este ponto vai para Mercer empatando tudo.
Longevidade
Por mais estupido que pareça é o ponto mais parvo de todos que vai decidir qual o vencedor. Tanto Prototype como inFamous têm longevidades parecidissimas, tendo o primeiro mais umas duas ou três horas de jogo podendo variar. Prototype tem um grau de dificuldade maior(passei inFamous em Hard e Prototype em Normal e achei Proto mais dificil) o que nos pode agarrar à consola várias horas seguidas e tem muito mais missões secundárias ou Events que apenas servem para ganhár-mos EP(evolution points) com os quais compra-mos mais poderes, contando com tudo isso Prototype ficaria com cerca de 30horas de jogo. Mas inFamous tem um truque na manga, o sistema de karma não serve só para escolher como as pessoas nos tratam na rua, escolhendo um ou outro lado também altera a história. Ou seja, para passar-mos o jogo por completo temos de o passar duas vezes(como bonzinho e mau), duplicando a longevidade e garanto-vos que não é chato passar o jogo duas vezes, sendo que ambos os lados têm poderes e habilidades diferentes. Por fim este ponto e também a vitória vai para inFamous.
Claro que isto não serve para vos influenciar a comprar um ou outro ambos são bons jogos e vocês tem de dicidir o que preferem: Um jogo bonito, longo e com uma história empolgante(inFamous) ou um jogo super divertido e com uma jogabilidade de babar(Prototype). Qual é a vossa opinião, Alex Mercer ou Cole McGrath?
O muito esperado jogo dos herois do metal chegou e, ao contrario do que se achava, não é SÓ um jogo para fãs. Este jogo soube-me EXTRA bem pela simples razão de eu o ter ganho num torneiro de Guitar Hero, por uns meros 3% do quarto classificado… Na altura em que joguei pela primeira vez guitar hero estava viciado em Metallica por estes estarem quase a lançar o seu ultimo album “Death Magnetic”. Eu sei que houve um DLC com esse album mas como não tive o world tour não o pode jogar… Então quando em 2007/2008 andava a jogar Guitar Hero: III Legends of Rock dizia sempre para mim: Era excelente que houve-se mais faixas dos Metallica, pouco mais de um mes depois é anunciado este jogo… Nem preciso comentar como fiquei né?
World of Warcraft é conhecido como o jogo mais jogado, mais viciante e mais completo de sempre. A escolha de raças, classes, profissões… é muito mas muito longa, como é um jogo online é interminável tanto como o mapa, este tem 11 cidades e 58 dungeons(tuneis), eu nunca joguei mas para ter tantas cidades e tuneis o mapa deve ser gigantesco vejam só.
Gigante mesmo, mas o mais incrivél são os monstros a variedade é massiva,não é como nos outros jogos que a partir de um certo metem os mesmos monstros com cores e poderes diferentes, existem desde dragões a árvores gigantes que atacam automáticamente.
Pelo o que ouvi e vi o jogo é estremamente viciante e com uma jogabilidade muito boa gostava de esperimentar mas como é daqueles enervantes jogos pagos tenho que esperar que o Sobras o compre.Vou-vos também falar dos PVP´s que são feitos várias vezes por mês com prémios em cash que é o dinhiro que se compra com cartão de crédito os prémios podem ser desde armas a cash.Deixo-vos agora com uma imagem de como são as armas no WoW.
Hoje vou-vos falar de um jogo já um bocado antigo, ele chama-se Zoo Tycoon 2. Este jogo têm uns gráficos excelentes e é bastante viciante, o objectivo no jogo é criar um zoo de 5 estrelas e ter uma grande variedade de animais (quais vão sendo adicionados com os patches).Existem vários tipos de animais, desde os básicos até aos extintos.
Também se podem criar animais bastante mortais como pinguins que matam T-Rex MUAHAHAHAHA!!
Experiências falhadas
Eu neste jogo posso ser chamado de merd***, bem porque todos os animais partem as jaulas e matam os meus pinguins (não são daqueles ali de cima), 5 minutos depois de criar o zoo tenho carcaças de pinguins espalhados por todo o zoo,quando criei o meu primeiro zoo pode-se dizer que os T-Rex dominaram, mas no segundo os pinguins exterminaram os T-Rex ali com a ajuda do possuído, mas, nem tudo é um mar de rosas depois de matarei todos T-Rex o possuído teve um ataque e mata-me os pinguins tipo por desporto.Eu acho que ele é o demónio em forma de pinguim.
E como podem ver eu não inventei nada de novo sobre o pinguim ele é malévolo.
Mas passando de assunto o jogo é mesmo muito bom, ele é de 2006 e a variedade de animais é extremamente grande, tem vários tipos de visão, como por exemplo podemos estar na a visão global e ver onde temos os animais, como podemos estar a ver os animais no chão como um turista, também podemos ser passageiros do nosso próprio caminho de teleféricos ou de jipes e ver os nossos próprios animais, eu aconselho a experimentarem pelo menos o demo e se gostarei comprem.
Bisnaga mortal!
O jogo tem vários patches que eu vou mencionar agora:
Zoo Tycoon:
-Marine mania
-Áfrican adventure
-Endangered species
-Extint animals
O jogo com todos os patches fica excelente portanto fiquem bem .
Bem, depois de muito pensar aqui está ele, o padrinho 2, o jogo, o primeiro post “decente” de Maio que vem para alegrar o dia de todos ^^(Ou não)! O porque do primeiro titulo, para mim é sempre o mais difícil pois nunca sei por onde começar… Mas que melhor sitio do que pelo começo! Quando comecei a jogar, o jogo era para mim uma incógnita.. Esperava algo bem ao estilo de GTA, por isso já estava de pé atrás pois GTA já enjoa(Não é que não goste de GTA é porque já joguei tanto que fartei), mas o que encontrei foi um jogo com ainda mais violência que GTA e com uma vertente estratégica bem interessante. O mais impressionante é que é um jogo TÃO divertido que nem temos tempo para ficar a admirar as paisagem, porque o que falta em gráficos o padrinho substitui com pura diversão.
Tem pistolas? Tem espadas?? Tem menina semi-nua?! Quero, posso e já joguei!!
É verdade leitores já joguei o mais recente Hack-and-slash em ritmo de contagem decrescente para God of War III e confira já abaixo a minha opinião!!
Take- 2 Acção!
Ok, ok eu sei que a apresentação acima foi um bocado foleira mas vamos lá tentar recomeçar… Bem mesmo não sendo exactamente o que eu esperava X-Blades não desilude pois também não cria expectativa(sempre quis dizer uma coisa inteligente como esta), mas passo a explicar, joguei X-Blades não porque cria muito jogar mas por falta de opção. Ainda assim é um jogo divertido e aliciante(pelo menos nas primeira horas)…
Sendo uma expecie de “hack and slash” estaria a espera de mais sangue mais mortos mais monstros horríveis, em conclusão mais frieza! Ao invés disso encontrei um game bem colorido, com um aspecto bem “cartonesco” e uns inimigos, uns saídos de uns desenhos feitos por crianças de dois anos e outros com um aspecto de animais misturados uns com os outros…
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